“Quem espera é pobre” dá continuidade a uma série de trabalhos que têm como base o arquivo de cartazes da CGTP, centrando-se em cartazes da década de 70 / 80, pré e pós 25 de Abril.
Ao reproduzi-los pictoricamente a acrílico sobre papel ou reproduzindo-os em cortinas numa alusão a faixas e bandeiras, subtraindo a componente de texto do cartaz.
Convocando assim um passado recente, em que a palavra reunia indivíduos, grupos ou colectivos em torno de causas políticas, sociais, económicas e culturais.
Os trabalhos “ O Povo reunido jamais será – a espera “ e “ Cortina “, ambos de 2009, questionamo-nos a dissociação entre a palavra e imagem no presente, o poder da imagem, o resultado da subtracção da palavra à imagem, podendo o observador conjecturar a imagem, quais as palavras que isoladas ou reunidas convocariam, hoje.
Os trabalhos “ O Povo reunido jamais será – a espera “ e “ Cortina “, ambos de 2009, questionamo-nos a dissociação entre a palavra e imagem no presente, o poder da imagem, o resultado da subtracção da palavra à imagem, podendo o observador conjecturar a imagem, quais as palavras que isoladas ou reunidas convocariam, hoje.




